Amigos,
6 de jul. de 2010
Lançamento - Poetisando a vida
Amigos,
26 de jun. de 2010
Poema alcoolatra
misture num ser humano:
três minutos de ilusão
cinco segundos de nostalgia
sete doses de Martini.
mande-o vagar por trinta minutos
nas avenidas do bom batuque.
adicione um quarto de boa menina
e sinta o calor de dois corpos tropicais.
verás que por toda a vida
não há porquê negar a morte.
a batucada com Martini
ressuscita até quem não morreu.
16 de jun. de 2010
Pra viver tem que sambar
14 de jun. de 2010
1 de jun. de 2010
25 de mai. de 2010
Transformação
A vida virou poesia29 de mar. de 2010
Viver vivendo
17 de mar. de 2010
Só
12 de mar. de 2010
Bossa Nossa
21 de fev. de 2010
Tempero
Som.
Mar aberto dos lagos salgados da região.
Regional.
Espaço fechado para dois corações.
A tua água doce
Deixou salgado o que, sem tempero,
não tinha gosto algum.
(por Dênis Rubra)
6 de jan. de 2010
Poetisando Tragos [2]
13 de dez. de 2009
Poetisando Tragos
4 de dez. de 2009
#63 - PC
PC
não toco mão no alguém.
Minha língua é digitada
Minha hand virou mouse.
Quando vejo,
web cam.
Quando falo,
reproduzo.
viajo o mundo estagnado
aqui sentado (na cadeira)
há vida e morte envolvida
entre o enter e o delete.
(vou te salvar nos favoritos)
(por Dênis Rubra)
28 de set. de 2009
# 62- Poetisando Figuras de Linguagens
27 de set. de 2009
# 61 - Poetisando Posses
21 de set. de 2009
# 60 - Poetisando Orlas
19 de set. de 2009
# 59 - Poetisando a Serenidade Interior
Por trás dos meus olhos,
Da cegueira incontrolada em que me encontro,
Dos sorrisos indestrutíveis que sorrio.
Dentro deste corpo,
Que transpira a serenidade de um ar puro,
Que respira um esforço descansado e prazeroso.
Aqui nesses ouvidos,
Que bailam sobre o Rock in Roll
Da clássica música harmônica.
Lá dentro de mim,
Por trás de tudo que sou
E de tudo que me faz estar como estou.
Há uma energia autônoma
Uma fisgada saudosa como a saudade
Que, numa mutualidade nua, sinto
De quem me fisgou.10 de set. de 2009
# 58 - Poetisando Gêneros
Mulheres e suas bochechas rosadas.
Homens e seus ternos,
Suas gravatas.
Mulheres e suas nádegas pálidas.
Homens sob a posse do falo de suas almas.
Mulheres e seus sorrisos amarelados,
Braceletes prateados,
Os cabelos, ao vento, jogados.
Mulheres e...
Seus seios arrepiados.
Homens e seus pensamentos avermelhados
Os minutos atrasados,
Os cabelos, ao vento, jogados.
Homens e...
Seus deuses excitados.
Dois retratos de uma mesma sociedade
Que perdeu-se
Ao tentar se encontrar.
3 de set. de 2009
# 57 - Poetisando Manhãs
Faz o meu café, amor?
Passa manteiga no pão (por favor)
Passa-me o suco
E o mel do teu corpo.
Dá-me o doce provado
Na mesa-cama da madrugada.
Sinta a vida vivida
No suor de nossas peles.
Beba-me, meu bem.
Nesse nosso vício em comum:
A manhã precedida pelos abraços noturnos.
Sucedida pela certeza que me acompanha:
O desejo em lhe acompanhar.
31 de ago. de 2009
# 56 - Poetisando Singularidades
Toda essa preocupação com nada.
Fazer nada,
pensar em nada.
E eu aqui querendo tudo.
Todo esse preocupar constante e linear
E eu aqui querendo dar voltas no mundo.
Se bem que nada é melhor
que o quase nada.
É melhor não ir do que ir
e parar na metade.
Sabe, me sinto melhor ali:
No meu universo singular.
(por Dênis Rubra)
24 de ago. de 2009
# 55 - Poetisando Pés.
13 de ago. de 2009
# 54 - Poetisando Faces
Olha para mim, camarada.
Vê esta face?
Ela chora.
Ela ri.
Mas não vive.
Morta, esquecida.
Ela não existe.
Esta face.
A que vês agora
É só instrumento de sobrevivência
De uma mente que possivelmente
Não pensa.
Não respira.
Apenas caminha em direção
Ao conhecido
(Ao desconhecido)
À redundância que é
A solidão da vida.
Perto, longe.
Cercada de corpos
Possuidores de faces como a minha
Como a nossa, camarada.
E assim nós vamos
Eu e você
Destinados a não viver
Mais do que o destino decidiu.
Decididos a sermos
Mais dois corpos
Mais duas faces
Nessa sociedade insocial.







